Por Haroldo Mota*
A crise climática mundial apresenta grandes desafios para todos e requer um processo de mudança de hábitos pessoais e culturais. A necessidade de integrar conhecimentos para as políticas públicas em suprir a crescente demanda energética, será uma constante necessidade mundial, pela utilização de matrizes de tecnologias limpas.
Energia Nuclear, Não! é um projeto de mobilização de educação e conscientização ambiental, da Ong Baobá, em parceria com outras entidades e empresas, vem promover a discussão e diálogos com vários atores da sociedade no investimento e desenvolvimento de estratégias públicas, na geração de tecnologia de fonte de energia limpa e segura para nossa biodiversidade e sociedade.
Visando sensibilizar o cidadão para sua parcela de co-responsabilidade frente aos desafios da manutenção de um ambiente sustentável entre as pessoas e desta com a Natureza.
O nosso país precisa de energia motriz para alavancar seu crescimento econômico. Reativar o programa da matriz energética nuclear brasileira, tendo como uma das condições, na emissão zero de CO2, e desprezar os graves riscos de segurança gerado pela mesma.
Lanço mão, de um trecho da reportagem do físico José Goldemberg, publicado pela revista época em 30 de junho de 2008: "Os países que adotaram a energia nuclear em grande escala são França, Japão, Coréia do Sul e Taiwan.
No caso da França, a adoção foi para buscar a autonomia energética, o que a torna hoje o país da União Européia menos dependente do gás natural da Rússia. A segunda razão foi a inexistência de outras opções. O Japão não tem recursos hídricos nem petróleo.
O pico na construção de usinas no mundo foi entre os anos 1960 e 1970. As empresas que produziam reatores começaram a pressionar os paises em desenvolvimento a fazer usinas. Ai aconteceram os acidentes nas usinas em Three MileIsland (1979) na Pensilvânia e Chernobil ( 1986) na Ucrânia.
A construção de usinas nos países ricos parou. Nos Estados Unidos, não se inaugura um reator hà 30 anos. Muitas empresas fecharam. A Siemens fechou sua divisão nuclear. A General Electric saiu do ramo. Sobrou apenas uma empresa, a francesa Areva, que absorveu todas as outras."
O Brasil, dispõe de imensas fontes seguras e renováveis de energias. Você pode participar, votando a favor da vida! A política de investimentos na matriz energética brasileira em tecnologias limpas, depende da sua ajuda e da sua mobilização. Para que possamos garantir um relacionamento de vida com o nosso planeta.
Acesse nosso site www.energianuclearnao.org.br, e participe da nossa campanha pelo projeto de lei de iniciativa popular contra a reativação do programa nuclear brasileiro.
* O autor é administrador de empresa, fundador e presidente da Ong Baobá. haroldomota@terra.com.br
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